quinta-feira, 12 de junho de 2014

Brasil vence Croácia no sufoco

Foto: portal SuperEsportes
Ufa. Que sufoco!
 
O Brasil entrou em campo muito concentrado e venceu a Croácia na estreia da Copa do Mundo 2014, na Arena Corinthians, em São Paulo, por 3 a 1.
 
Para quem, como eu, pensou que a nossa seleção venceria sem nenhuma dificuldade, se surpreendeu com uma partida duríssima e, em alguns momentos, tensa.
 
Os croatas abriram o placar aos 10 minutos, depois de uma infelicidade de Marcelo que, ao tentar se antecipar para interceptar o que poderia ser um chute a gol do adversário, acabou tocando a bola com a ponta da chuteira e mandando a redonda para o fundo do gol de Júlio César.
 
Mas o Brasil não se intimidou com o gol sofrido. Pelo contrário. Acordou na partida e passou a atacar os "inimigos" com mais perigo.
 
Paulinho até tentou abrir o placar num chute forte pelo lado direito, que acabou defendido pelo goleiro croata. Outras chances apareceram, mas o primeiro gol canarinho já tinha um nome definido. Foi dos pés de Neymar, o craque da camisa número 10, que a bola partiu para balançar a rede e fazer a torcida explodir de alegria.
 
O garoto recebeu a bola quase na entrada da grande área, levantou rapidamente a cabeça para saber o que fazer e, num chute cruzado e certeiro, botou a bola no canto esquerdo de Stipe Pletikosa. Uma bola praticamente indefensável. Um gol para reascender a confiança do torcedor brasileiro.
 
A croácia, por sua vez, estabeleceu uma linha no meio de campo fortíssima, dificultando a chegada do Brasil ao ataque com uma marcação poderosa.
 
E foi nesse momento que a Seleção Brasileira precisou mostrar maturidade e tocar a bola. Bem no jeitão Parreira (auxiliar técnico de Felipão) de ser.
 
Com o Brasil tentando de todas a formas furar o bloqueio adversário instalado no meio de campo, Daniel Alves, cruza pelo lado esquerdo e encontra Fred. O atacante brasileiro, experiente, percebendo que não teria condição de virar o corpo e chutar ao gol, se joga quase na linha da pequena área e o árbitro cai na dele. Pênalti (que não existiu) marcado.
 
Neymar bateu, não tão bem, mas converteu a gol... 2 a 1 para o Brasil e mais uma vez festa no País da Copa.
 
Nesse momento, Oscar já era, sem sombra de dúvidas, o nome do jogo. Ele atuou praticamente como um antigo "ponta-direita", compensando, inclusive, a apatia de Daniel Alves, pouco participativo no jogo.
 
Além de muito presente nas jogadas pelas laterais, o jovem meia-atacante do Chelsea também assumiu uma função de marcador. Não desistiu de uma só jogada. E mesmo quando perdia a bola para o adversário, voltava para recuperar. O menino mostrou muita raça, vontade e espírito de guerreiro. Acho difícil ele perder posição nesse time titular.
 
Foto: portal SuperEsportes
Com uma atuação praticamente impecável, Oscar merecia marcar o seu gol para fechar com chave de ouro. Os deuses da bola sabiam disso e com certeza resolveram presenteá-lo. De bico, com simplicidade e muita humildade, Oscar fez o terceiro gol brasileiro, para fechar a conta e sacramentar o resultado.
 
Mas é importante lembrar também que o David Luiz foi um gigante nessa partida. Não deixou nem o vento passar por ele. Digno de um verdadeiro zagueiro de Seleção Brasileira.
 
A próxima parada, em Fortaleza, será contra o México. Há quem diga que eles podem dar ainda mais trabalho à Seleção Brasileira do que a Croácia. O jeito é manter a toada e não perder o foco.
 
Boa sorte, Brasil. 

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Chegou a hora: Eu estou com o Brasil

 
O momento chegou, minha gente. E chegou de verdade. A ficha já pode cair. Não tem volta. É hora de juntarmos as vibrações, vestir o verde e amarelo e deixar a emoção tomar conta. 
 
Embora concordemos que ser sede de uma Copa do Mundo é a menor das prioridades do País, já que estamos falando de um Brasil com carência nos setores da educação, da saúde, da segurança pública, da política, entre outros, temos que admitir que a ansiedade e a expectativa para ver a nossa Seleção Brasileira brilhar na competição esportiva mais importante do mundo são inevitáveis.
 
Até mesmo os diversos protestos do povo pelas ruas das principais capitais do país devem se render ao encanto da magia proporcionada por uma copa do Mundo. Mesmo porque, como eu disse, não há volta. A Copa está aí e o que nos resta é torcer pelos nossos representantes.
 
O povo é inteligente e sabe que o problema não está na Copa do Mundo ou na FIFA, mas sim na política nacional, regada de muita corrupção e de gente oportunista. Não adianta ir às ruas e pedir que não haja Copa se na verdade o erro está na forma como escolhemos nossos governantes. O meu protesto, por exemplo, será em outubro, nas eleições para presidente da república. e não contra o futebol. 
 
Pelo contrário. O futebol, meus caros, é a nossa alegria. É a nossa paixão. É o que nos faz esquecer dos problemas, das dificuldades, das tristezas. É a única coisa nesse país que faz o povo se unir. Não tenho dúvidas que, no momento em que a Seleção Brasileira entrar em campo, na arena Corinthians, popularmente conhecida como Itaquerão, e que o hino nacional ecoar em alto e bom som, a emoção tomará conta do povo.
 
Porque o brasileiro é um povo sofrido, que vive de perto a fome, a falta de condições, o desemprego. Talvez sejam esses alguns dos motivos pelos quais nos tornamos o "país do futebol". Há anos o Brasil incorporou o esporte bretão ao seu habitual, ao seu habitat, ao seu dia a dia. E toda vez que a bola balança as redes dos gramados, balança também o coração dessa gente, que explode de alegria ao gritar "gol".
 
Até os que se dizem contra no fundo já vestiram o coração de verde e amarelo. Se o título vier, e eu torço para que isso aconteça, o grito que fica entalado na garganta não sairá apenas da boca, mas da alma de cada brasileiro.
 
Eu estou com a Seleção Brasileira e torço para que Neymar, Fred, Paulinho, David Luis, e companhia, no comando de Felipão, levantem a taça dentro da nossa casa.
 
Boa sorte, Brasil. Chegou a hora de mostrar ao mundo quem é o dono da bola.

terça-feira, 10 de junho de 2014

Um pequeno gesto de solidariedade que faz toda a diferença

Foto do portal Globo Esporte.com
Em meio à tanta pobreza, corrupção, falta de investimento à educação, à saúde, além da intolerância, do racismo e do preconceito que o nosso País enfrenta, eis que uma pequena atitude me faz pensar que o mundo ainda tem solução.
 
Nos últimos dias, as torcidas de Grêmio e Internacional deixaram a rivalidade de lado e nos deram uma verdadeira lição de humanidade e respeito. Algo que jamais foi visto no futebol brasileiro. Pelo menos eu nunca tinha me deparado com algo do tipo quando se trata de duas grandes forças de um Estado.
 
Depois que foi anunciada a morte de Fernandão, 36, ex-jogador de futebol e ídolo do Internacional de Porto Alegre, causada por um acidente de helicóptero, em Goiás, o  Grêmio lamentou o ocorrido em seu Twitter oficial e decretou luto.
 
Mas bonito mesmo foi a atitude de alguns torcedores gremistas que prestaram homenagem a Fernandão comparecendo à frente do estádio Beira-Rio para participar do ato de emoção promovido pelos fãs do ex-atacante e torcedores colorados.
 
E, se o gesto dos gremistas impressionaram, a recepção dos colorados também emocionou a todos. Eles receberam os rivais de braços abertos e cumprimentaram os tricolores pelo ato de respeito.
 
Mais tarde, em agradecimento, a diretoria do Internacional acrescentou às luzes do estádio a cor azul, do Grêmio, simbolizando a união dos dois maiores clubes do Rio Grande Sul nesse momento de luto.
 
Realmente esse é o maior exemplo de humanidade e respeito que dois clubes e duas torcidas rivais poderiam dar ao País. Merecem todo nosso respeito.
 
Que sirva de lição ao mundo.



 

sábado, 31 de maio de 2014

Goleiro Atleticano falha e dá vitória ao São Paulo no Morumbi

Pois é, meus caros. E quem foi que disse a vocês que vida de goleiro é fácil? Não acreditem nessas histórias de que o goleiro cansa menos por não sair da área, não correr, ou que para ser goleiro basta ser corajoso para saltar na bola. Tudo conversa fiada. A preparação de um goleiro exige muita resistência e explosão. São os goleiros os atletas que mais treinam dentro de uma equipe de futebol.
 
Acho, inclusive, que é uma das posições mais importantes do esporte bretão. Pelo menos assim deveria ser vista por todos, já que a responsabilidade de uma derrota, na maioria das vezes, é atribuída a ele (goleiro). Foi o que presenciei hoje, no Estádio do Morumbi, na vitória do São Paulo sobre o Atlético-MG, por 2 a 1.
 
O Tricolor começou o jogo a todo vapor, mantendo a posse de bola e, consequentemente, o domínio da partida. Logo aos 10 minutos de bola rolando, Osvaldo faz cruzamento pelo lado esquerdo e encontrou Luís Fabiano na área adversária para apenas escorar de cabeça e abrir o placar para os donos da casa. O São Paulo tentou chegar ao segundo gol ainda no primeiro tempo, mas não foi eficiente nas finalizações.
 
Engana-se quem pensou que foi o Galo quem entrou melhor no segundo tempo. Pelo contrário. A equipe comandada pelo técnico Levir Culpi mostrou muita fragilidade principalmente no setor defensivo. No entanto, o São Paulo é quem parecia outra equipe. Cansado e já sem velocidade para armar os contra-ataques, o Tricolor do Morumbi cedeu o empate aos 33 minutos da etapa complementar, com um gol de Josué.
 
Bom, a partir daí o jogo "morno" caminhava para um empate chato, sem graça, daqueles que não serve para nenhuma das duas equipes. O final já estava escrito. Aos 43 minutos já havia torcedores deixando o estádio para não pegar aquela multidão imensa - afinal de contas, o Morumbi recebeu mais de 27 mil torcedores.
 
Porém, o jogo só termina quando o árbitro apita o final. Isso é óbvio. E, enquanto isso não acontece, tudo pode rolar. O futebol é uma caixinha de surpresas. Provou mais uma vez quando, aos 44 minutos - quase 45 - Pabón, que havia entrado no lugar de Pato, cobrou uma falta pelo setor direito. A bola, que saiu rasteira, bateu três vezes no chão antes de chegar na mão do goleiro Giovani, que está substituindo Victor, convocado pelo técnico Luís Felipe Scolari para servir à Seleção Brasileira na Copa do Mundo.
 
Giovani, goleiro do Atlético-MG após sofrer um "frango"
Aparentemente, uma bola fácil de defender que passou ao lado da barreira, sem muita força, quase sem nenhum efeito e visível para o goleiro atleticano, que bastava cair com seu corpo sobre a redonda e tudo estaria resolvido. Ou, se preferisse, poderia ter dado meio passo à direita que a encaixaria no que chamamos de "cama". Mas ele não seguiu o que se aprende nos treinamentos e acabou levando um tremendo "frango". ou seja, um pequeno erro de fundamento que causou a derrota do Atlético-MG e que com certeza irá tirar o sono de Giovani.
 
Concidentemente, hoje à tarde assisti a um documentário espetacular na ESPN Brasil sobre um dos maiores goleiros que o Brasil já teve, mas também um dos homens mais crucificados no futebol. Trata-se de um material muito bacana que relatou os momentos mais dolorosos do saudoso camisa 1 da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 1950, realizada no Brasil. Para quem não sabe, Barbosa falhou no segundo gol que sofreu diante do Uruguai, em pleno Maracanã, e os adversários sagraram-se campeões, calando a imensa torcida brasileira. Por conta disso, Barbosa foi condenado até seu último dia de vida.
 
Quando tudo ocorre bem, quando um goleiro evita gols incríveis, defende pênaltis, salva o time de situações quase impossíveis, enfim, quando faz a diferença, ele "fez nada mais do que sua obrigação". Mas, quando falha, a cobrança é implacável, muitas vezes até imperdoável. Já vi diversos goleiros perdendo a titularidade por conta de um erro cometido em campo. Sem contar os que acabam até desempregados. Imaginem quantos garotos não perderam a oportunidade de realizar um sonho por conta de algo semelhante.
 
A verdade, meus caros, é que ser goleiro exige muito, tanto fisicamente quanto psicologicamente. São eles (os arqueiros) os atletas que chegam mais cedo e saem mais tarde dos treinos. Falo isso com total propriedade, pois atuei nessa posição durante alguns anos em times amadores. Disputei campeonatos estaduais e sei o quanto sofre um goleiro. E sei também o quanto o goleiro é a alma do time. 
 
Certa vez, o grande professor Valdir de Morais, percussor da profissão de treinador de goleiros, em entrevista para o documentário "Goleiros - Onde não Nasce Grama, Surgem Ídolos", me disse o seguinte: "O goleiro é o grande termômetro de um time. Pode analisar, quando um goleiro não está bem, dificilmente o time vence. Do contrário, quando ele faz defesas incríveis, inspira os seus companheiros dentro de campo".
 
E é por isso que vivo defendendo a posição considerada a mais ingrata do futebol. Espero que o jovem Giovani não seja punido e que novas oportunidades sejam dadas a ele.       
 

sábado, 10 de maio de 2014

Mais um "Majestoso" no Dia das Mães

 
11 de maio de 2014: um domingo em que se comemora o tão merecido Dia das Mães. A pessoa mais importante na vida de todos. A pessoa que nos deu a oportunidade de estarmos no mundo, além de ser a responsável por nos ensinar os bons costumes, nos educar e nos dar todo o amor e carinho. 
 
Mas também é dia de clássico entre São Paulo e Corinthians, o famoso "Majestoso", em partida válida pela quarta rodada do Campeonato Brasileiro. Independentemente da rivalidade que existe, essa será uma partida pra lá de importante para as duas equipes, que precisam somar o máximo de pontos antes da paralisação da competição para a Copa do Mundo, que inicia no dia 12 de junho.
 
Coincidentemente, em 1998, também um domingo de homenagens às mães, as duas equipes se enfrentavam no estádio do Morumbi, dessa vez em jogo eletrizante valendo o título do Campeonato Paulista. À época, tanto São Paulo quanto Corinthians tinham planteis inquestionáveis, com jogadores que de fato vestiam a camisa de seus clubes.
 
Pelo Corinthians, Gamarra, Vampeta, Rincón e Marcelinho Carioca eram os grandes craques do time. Já pelo São Paulo, Rogério Ceni, Denílson, França e Márcio Santos despontavam como destaques da competição, além de uma grande atração que vinha da Europa. 
 
Eu, um são-paulino apaixonado - e não fanático -, fiz todo esforço necessário para assistir à essa partida, principalmente pela tal "atração" prometida. No sábado que antecedeu o clássico, cheguei bem cedo no estádio que seria palco do confronto para comprar o meu ingresso. A fila era enorme e a desorganização, como sempre, quase me fez desistir. Mas suportei as três horas e meia de espera e garanti minha entrada. Já no domingo, almocei com a minha mãe, dei aquele grande abraço pelo seu dia, pedi desculpas por ter de deixa-la tão rápido, às pressas, e fui para o Cícero Pompeu de Toledo, mais conhecido como Estádio do Morumbi. Todo o esforço foi válido.
 
Um dos maiores ídolos do São Paulo, o grande craque Raí, bicampeão da Libertadores da América (92-93) e campeão do Mundo (1992) pelo tricolor paulista, estava de volta ao clube que o projetou para o futebol mundial. Raí retornava da França depois de 5 anos atuando em alto nível pelo Paris Saint Germain.
 
A expectativa de ver o ídolo era imensa. Havia uma mistura de ansiedade e receio. Sim, receio porque o São Paulo perdeu a primeira partida da final por 2 a 1 e o Corinthians jogava por um empate. Ou seja, somente a vitória interessava ao tricolor. 
 
O coração bateu mais forte quando o placar eletrônico, ao informar a escalação do clube da casa, anunciou a presença de Raí no time titular. O estádio explodiu em festa. Fogos de artifício estouravam enquanto os torcedores cantavam sem parar: "Raí, Raí, o terror do Morumbi". O coro se repetia a cada toque que o ídolo dava na bola. Era uma coisa de louco. Eu me sentia novamente no inicio dos anos 1990, na qual o São Paulo vivia um dos momentos mais marcantes sua história, a "era Telê", que contou, além de Raí, com grandes craques como Zetti, Muller, Palhinha, Cerezo, Leonardo e etc. Sem contar os prodígios do expressinho como Caio, Pavão, Jamelli, Denílson, entre outros. (que saudade, diga-se de passagem) 
 
Infelizmente eu estava num local ruim para assistir o jogo, com a visibilidade limitada do campo. Fiquei, junto com meu irmão Fabio, na arquibancada "geral", localizada atrás do gol de Rogério Ceni na etapa inicial. O tricolor abriu o placar aos 30 minutos do primeiro tempo. Quase não consegui ver a bola entrar, apenas a rede mexer e a arquibancada explodir. Uma loucura. Loucura que aumentou quando, novamente, o placar eletrônico anunciava o nome "Raí". Sim, o primeiro gol foi dele. O grande ídolo, que acabara de retornar ao clube do coração, dava esse presentão para a torcida das três cores.
 
No segundo tempo, o São Paulo foi visivelmente superior ao rival Corinthians. O toque de bola envolvente havia ganhado ainda mais qualidade, que era uma característica de Raí desde os velhos tempos de tricolor. Além dele, Denílson e França também brilharam. No segundo tempo, fizeram um gol cada, fechando a conta para tricolor do Morumbi. O Corinthians ainda descontou com Didi, no finalzinho da partida, mas sem chance de evitar que o título ficasse para os donos da casa.
 
A diretoria do São Paulo havia preparado uma festa incrível para o time. A queima de fogos durou alguns minutos, mas pareciam a eternidade. Fiz questão de correr até a direção onde fica o escudo do clube, na direção do centro estádio, para ver Raí comemorar com a torcida. Foi bonito demais. Muita emoção. Vai ficar para sempre na história do futebol e guardado a sete chaves na minha memória.          
 
Na partida desse domingo a situação é bem diferente. Não há disputa de títulos nem muito menos veremos dois grandes times no que diz respeito a elenco. São dois times que não inspiram a menor emoção. Aliás, vale lembrar que, por questões de contrato, os melhores jogadores de cada equipe, ou pelo menos os que poderiam dar alguma emoção ao clássico, motivados por terem trocado de um clube para o outro, não vão jogar. Refiro-me a Pato e Jadson, que deixaram seus clubes para defender as cores adversárias.
 
Que seja, ao menos, um jogo sem violência e sem baixarias entre os cartolas dos dois clubes, que por sinal já protagonizaram muitas brigas infantis. Se assim for, já é alguma coisa.


quinta-feira, 1 de maio de 2014

20 anos sem Senna: Ele será o eterno Herói

Já faz certo tempo que não tiro alguns minutos do meu tempo para escrever por aqui. Tenho programado isso há algum tempo, mas confesso que minha rotina anda pra lá de agitada, o que me impossibilita de escrever.

Hoje, no entanto, é um dia que não pode se passar em branco. E, embora o assunto não seja futebol, que é o foco desse blog, resolvi expor o que ando sentindo no meu coração nos últimos dias. Trata-se de um amor de fã para ídolo que parece aumentar cada vez que seu nome é ovacionado ou simplesmente mencionado.

É claro que estou me referindo a Ayrton Senna da Silva, o maior ídolo que o nosso País já teve e talvez o maior piloto da história da Fórmula 1 de todos os tempos. É também o nosso último grande herói.

Hoje, 1 de maio de 2014, completa-se 20 anos da morte de Senna, que nos deixou em um fatídico acidente na curva Tamburello do Grande Prêmio de San Marino, em Ímola, na Itália. Um dia que dificilmente sairá da mente dos brasileiros e dos apreciadores de automobilismo no mundo todo.

De lá para cá, muita coisa aconteceu no esporte brasileiro. A seleção brasileira de futebol conquistou duas Copas do Mundo, a seleção de vôlei levantou o troféu em diversas competições, surgiu o grande Gustavo Kuerten (Guga), tenista que devolveu a honra aos brasileiros perante o mundo, a família Gracie se tornou referência no Jiu-Jitsu ao conquistar as primeiras edições do Ultimate Fighting Chanpionship e, anos mais tarde, caras como Anderson Silva, Victor Belfort, José Aldo, Junior Cigano, entre outros, também figuraram entre os maiores campeões do mundo. Mas o fato é que nenhum tinha o carisma, a dedicação, a concentração, a vontade, a garra e o amor pelo País como Ayrton.

O canal Sportv, das organizações Globo, dedica o dia inteiro de programação ao grande piloto. aliás, parabéns à Sportv pela grande ideia. E eu, grande fã do "mito" que sou, acordei cedo para conferir o que o canal preparou para os fãs da "lenda". Confesso que minha vontade era nem sair de casa, para não perder um só minuto de Ayrton Senna.

Quando Senna morreu, em 1994, eu tinha apenas 11 anos. Mas eu não perdia uma só corrida dele. Esperava ansioso para vê-lo correr e dar show. As manhã de domingo com ele nas pistas era sinal se emoção garantida. Sempre tinha uma surpresa boa que me deixava muito feliz. Mais do que isso, Senna sempre conseguia, indiretamente, arrancar alguma lágrima dos meus olhos. Ele vencia, a música (tema da vitória) subia e a lágrima caia, ou pelo menos ameaçava cair.

20 anos se passaram e essa sensação de emoção absoluta continua. Qualquer menção ao nome dele me causa frio na barriga. O embargo na voz e o olho lacrimejando são inevitáveis. Não consigo controlar. Parece até que tudo aconteceu ontem: as vitórias, as polêmicas, as comemorações e até a morte dele. Coisa louca.

Hoje tive o enorme prazer de rever algumas das principais atuações de Senna na Fórmula 1, que foram reprisadas no canal Sportv. Algumas que, para ser sincero, eu sequer lembrava. Parecia tão real, tão atual. A vitória de Senna em Interlagos, em 1991, por exemplo, foi incrível. E essa é uma das que me lembro bem, passo a passo. Ele fez algo impossível. venceu a corrida debaixo de chuva e utilizando apenas a sexta marcha. Ou seja, operou um milagre.

Mas o que realmente me fez cair no choro hoje, foi rever a vitória dele no Grand Prêmio do Japão, em Suzuka, em 1988. Tratava-se da penúltima corrida do campeonato e somente a vitória interessava a Ayrton, que disputava o título com o então bicampeão Alain Prost. Senna havia chegado recentemente à McLaren, escuderia do seu oponente, mas mostrou que não estava lá para brincar ou até mesmo para abaixar a guarda para Prost.

Senna havia conquistado a pole position (primeira posição no grid de largada). Logo em seguida, na segunda posição, estava seu rival Alain Prost. Com os dois melhores pilotos nas primeiras colocações a emoção já era de se esperar. O que não estava no script dessa corrida é que Senna teria uma terrível largada, mas um final fantástico.

Assim que foi dada a largada, o carro de Senna sofreu uma pane e, de repente, parou. Tudo o que Prost precisava para assumir a ponta e tentar o título mundial. Quando o carro do brasileiro resolveu andar, Senna já ocupava a 16ª posição. Nesse momento, a diferença de Prost para Senna era de 17 segundos, o que é muito tempo quando se trata de carros de Fórmula 1.

Mas é aí que Senna mostra sua diferença sobre qualquer outro piloto da história desse esporte. Já na segunda volta, Senna despontava entre os oito primeiros carros, diminuindo sua diferença para 7 segundos em relação ao francês.

Inacreditavelmente, Senna foi ultrapassando um a um de forma incrível. Parecia que só tinha ele na pista. E já na 19ª volta, Senna assumia a 2ª colocação, bem próximo do carro de Prost, pressionando-o, fazendo com que o francês tentasse aumentar seu ritmo. Mas era praticamente impossível se afastar de Senna.

Imaginem o desespero de Prost, o então bicampeão, tratado pela imprensa e pela organização da competição como o "piloto a ser batido", ao olhar para seu retrovisor e ver um garoto determinado e que exalava fome de vitória. eu duvido que Prost não estremeceu as pernas...

Na 27ª volta, Prost não conseguiu segurar Senna. O piloto francês é atrapalhado por um retardatário e entra lento na reta. Senna aproveita para tentar a ultrapassagem por dentro. Prost até tenta pressioná-lo contra o muro, mas não adianta, porque Ayrton assume, de forma brilhante, a ponta. Assim foi até o final da corrida.
 
O nosso ídolo brasileiro caiu no choro ao cruzar a linha de chegada e ver a bandeira quadriculada. Quem é que consegue segurar a emoção vendo Senna tão emocionado? Eu não consegui. chorei feito criança.
 
Fonte: Portal Grande Prêmio
 
 
A vitória fantástica em Suzuka rendeu ao piloto brasileiro o seu primeiro mundial na F-1. Foi a abertura para uma carreira maravilhosa, embora curta. Senna ainda conquistou os títulos de 89 e 91, e caminhava para conquistar mais uma competição mundial, em 1994. No entanto, o destino reservou um final diferente do que todos esperavam. A estrela perdeu seu brilho no Terra, mas sem dúvida iluminou o céu.
 
Senna se foi fisicamente, mas continua muito vivo no coração dos brasileiros. Eu, particularmente, não o esqueço. Sou um dos grandes fãs desse campeão. É, sem dúvida, o meu grande ídolo, o meu eterno herói.
 
Obrigado, Senna.
#SennaSempre
 
Capacete do Ayrton Senna em exposição de homenagem ao piloto, no Shopping Vila Lobos
 
Capacete do Ayrton Senna em exposição de homenagem ao piloto, no Shopping Vila Lobos


 
 


 
 
 

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Copa do Mundo de 1994 - É Tempo de Nostalgia

 
Não é primeira vez que me bate uma enorme nostalgia do futebol.
 
Geralmente essa sensação toma conta de mim quando algum campeonato muito importante está próximo de acontecer e a realidade da equipe para qual desde criança escolhi torcer não me passa a menor confiança.
 
Estamos às vésperas de uma Copa do Mundo (No Brasil) e não tenho a menor vontade de acompanhar a competição que recebe o rótulo de "a mais importante do planeta".
 
Pelo contrário. Quando escuto a palavra chave "Copa do Mundo" sinto certo desespero e tudo que me vem à cabeça é o Mundial de 1994, nos Estados Unidos, que rendeu ao Brasil o quarto título de campeão do mundo de sua história.
 
Que fique claro que essa não foi a melhor Copa do Mundo que já vi, mas foi a que, dentro das devidas proporções, a primeira que me causou grande emoção como torcedor.
 
É bem verdade que em 1993, quando a Seleção Brasileira disputava as eliminatórias para a Copa do Mundo, havia muito questionamento e desconfiança por parte do torcedor e da imprensa brasileira sobre o time que representaria o Brasil nos Estados Unidos no ano seguinte.
 
A começar pelo esquema tático adotado pelo técnico Carlos Alberto Parreira, que em momento algum escondeu sua filosofia de jogo e montou uma equipe totalmente preparada para se proteger na defesa. E a tática deu certo. Não foi à toa que sua equipe sofreu apenas três gols durante toda a competição - um contra a Suécia, na primeira fase, e dois contra a Holanda, nas quartas de final.
 
Para calar os críticos, foi o setor defensivo o grande destaque - depois do atacante Romário, claro - desse time comandado por Parreira. Os zagueiros Aldair e Márcio Santos foram impecáveis. Contaram também com Mauro Silva e Dunga, dois volantes muito seguros e com raça. Vale ressaltar, inclusive, que Dunga chamou a responsabilidade quando foi acionado e inverteu o rótulo de "jogador que joga feio" para "capitão do tetracampeonato".
 
E o que dizer sobre o goleiro desse time? Claudio André Taffarel, mais conhecido com simplesmente Taffarel, vivia situação terrível no Reggiana, da Itália. Enquanto isso, no Brasil, Zetti (São Paulo), Ronaldo (Corinthians) e Gilmar (Flamengo) passavam por momentos completamente diferentes a de Taffarel. Todos pediam pela convocação desses três guarda-metas, mas apenas Ronaldo ficou de fora. Talvez até pelo temperamento instável.
 
Em 2011, entrevistei o ex-goleiro Zetti para um documentário sobre goleiros e ele me confidenciou uma conversa que a comissão técnica teve com ele. "Eles me chamaram e disseram que eu merecia a camisa 1 até pelo momento que eu vivia, conquistando duas Libertadores e dois mundiais de clubes pelo São Paulo. Eu estava voando. Mas eles iriam apostar em um jogador que já tivesse tido uma experiência de copa do Mundo. Por isso dariam uma nova chance ao Taffarel", disse Zetti.
 
E no final das contas Taffarel deu conta do recado. Nas poucas vezes em que precisou trabalhar de verdade ele salvou o Brasil. Além disso, como dizem por aí, todo grande goleiro precisa ter sorte também. E isso não faltou ao camisa 1 canarinho. Inclusive na final do competição, no último pênalti cobrado por Roberto Baggio, por cima do gol de "Taffa".
 
Criticas à parte, a equipe de Parreira fez um Mundial perfeito. Jogou o fino da bola. Não foi aquele show de bola do time de Telê Santana, em 1982 (que jogou bonito mas não venceu), mas com certeza foi o time que fez o povo tirar o grito preso na garganta há 24 anos.
 
E, diferentemente de 1994, esse ano de 2014 não me traz esperança alguma. Não estou dizendo que o Brasil não tenha chance de vencer a competição. Pelo contrário. Em futebol tudo é possível. Mas confesso que a empolgação é a menor possível e a expectativa de um futebol encantador é zero.
 
Espero estar enganado... 

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

São Paulo ainda respira...

Quem é que consegue explicar o futebol?
 
Há quem diga que no esporte bretão não existe lógica. Eu concordo!
 
De repente, o São Paulo, que está lutando jogo a jogo para não cair para a segunda divisão do futebol Brasileiro, vai a Minas Gerais, faz uma bela partida e derruba o Cruzeiro, líder da competição nacional.
 
Para quem, como eu, esperava que a raposa fosse atropelar o tricolor paulista, eis que acontece o improvável.
 
Com gols de Douglas (ou Ewerton Paulista, contra) e Reinaldo, ambos na etapa complementar da partida, o São Paulo volta à capital paulista com 3 pontos importantíssimos na tabela. Uma vitória que dá a ao time do Morumbi certo alívio na competição. Porém, um alívio momentâneo.
 
Com 33 pontos, a equipe comandada por Muricy Ramalho vive um tremendo pesadelo. Está a apenas um ponto da temida zona do rebaixamento. 
 
E se a situação está complicada, pode complicar ainda mais. O próximo desafio do São Paulo é o Corinthians, seu maior rival. Para encarar o timão o tricolor já encontra dificuldades aos montes.
 
Além de não vencer o rival há muitos anos em competição nacional, o que causa certa pressão sobre o elenco, o tricolor não contará com o meia Paulo Henrique Ganso e o volante Wellington, ambos receberam o terceiro cartão amarelo. Além disso, o atacante Luís Fabiano e o zagueiro Antônio Carlos estão do departamento médico e devem ser desfalques. Rogério Ceni, que cumpriu suspensão automática, deve reforçar o elenco.
 
Já o Cruzeiro, embora tenha perdido a invencibilidade de 12 jogos, a derrota não muda absolutamente nada para o clube mineiro. Muito pelo contrário, já que o segundo colocado, o Grêmio, também foi derrotado na rodada (perdeu por 2 a 1 do Criciúma).
 
Dois pontos já estão definidos no campeonato: O Cruzeiro como campeão (minha opinião) e o Náutico rebaixado (esse já matematicamente).
 
Para as vagas de classificação à Libertadores da América e à lista de rebaixados ainda há muito o rolar.  
 
Emoção não vai faltar na reta final do Campeonato Brasileiro

domingo, 29 de setembro de 2013

São Paulo joga bem, mas para em Dida em pleno Morumbi

Se futebol fosse movido por "merecimentos" a história teria sido outra hoje à tarde no estádio do Morumbi, na vitória do Grêmio sobre o São Paulo, por 1 a 0.
 
Diferentemente do que vinha acontecendo, o tricolor do Morumbi apresentou um futebol bonito, envolvente, com toques rápidos, inteligentes, que há tempos não se via.
 
Com Jadson e Paulo Henrique Ganso responsáveis pela armação da equipe, não foram poucas as vezes em que a dupla de ataque, formada por Luís Fabiano e Osvaldo, estiveram na cara do gol.
 
O problema, no entanto, esteve no paredão que os atacantes são-paulinos encontram vestindo a camisa 1 gremista. Dida fez, no mínimo, 4 importantes defesas, sendo duas delas cara a cara, à queima roupa. 
 
Obviamente o São Paulo não aguentaria manter no segundo tempo o ritmo imposto na primeira etapa. Porém, foi o tricolor paulista quem continuou a comandar o jogo.
 
O velho ditado que diz que "quem não faz toma" mostrou sua cara aos 23 minutos da etapa final. Enquanto os donos da casa, insistentemente no ataque, esbarravam em Dida, o Grêmio precisou apenas de um ataque preciso para balançar a rede.
 
Não vou discutir a polêmica do pênalti cometido por Cléber ao levantar o braço na cobrança de falta de XXX. Para mim, e pelo menos para todos os comentaristas esportivos que escutei e li minutos após o lance, foi pênalti claríssimo que poderia ter mudado o rumo da partida.
 
Obviamente o resultado foi péssimo para a equipe comandada por Muricy Ramalho, que ainda beira a zona de rebaixamento. No entanto, vale ressaltar a mudança de postura da equipe. O São Paulo enfrentou um Grêmio poderoso e que ainda briga por título. Assim mesmo, o tricolor paulista jogou muito melhor. Foi eficiente no setor defensivo e mostrou entrosamento entre os meias armadores, que por sinal trabalharam muito bem a bola, ligando a defesa ao ataque. O que ficou devendo foi o ataque, que não conseguiu superar o goleiro adversário.
 
Acho que o caminho do São Paulo é esse. Primeiro se firmar na defesa para, então, pensar no ataque.
 
Mas o que pode prejudicar o São Paulo é um detalhe que tenho dito há tempos: condicionamento físico.
 
Desde a saída de Carlinhos Neves (ex-preparador físico) o time não consegue manter o ritmo nas partidas. É visível como o time começa uma partida de um jeito e sai de campo totalmente diferente. Isso sim pode prejudicar o clube nos próximos jogos. Aliás, é bom pensar numa rápida solução para o cansaço, pois o próximo adversário é o Santos, na Vila Belmiro.    

quarta-feira, 31 de julho de 2013

O reencontro entre Guardiola e São Paulo

O São Paulo já está na Alemanha pronto para disputar a Audi Cup, um torneio que contará também com Milan e Manchester City, além do atual campeão da Champions League, o temido e respeitado Bayern de Munique, hoje comandado pelo técnico Pep Guardiola.
 
A primeira partida do tricolor paulista será justamente contra o anfitrião alemão, que vive um momento completamente diferente do clube brasileiro. Enquanto o Bayern comemora o título mais cobiçado das competições entre clubes, o São Paulo passa sua pior seca de vitórias da história e corre sérios riscos de voltar para casa com o título de "abacaxi do ano".
 
Meu palpite para esse duelo, sendo o mais otimista possível, é uma vitória de 2 a 0 dos donos da casa sobre os visitantes. Sim, um palpite extremamente otimista. Ainda assim, se ocorrer uma goleada histórica não será nenhuma novidade ou motivo para espanto.
 
Por falar em "histórico", Guardiola falou para a imprensa na tarde desta terça-feira e relembrou um encontro marcante contra o São Paulo. Aconteceu em 1992, pelo Mundial de Clubes. À época, Guardiola atuava como atleta do Barcelona, adversário do São Paulo na competição intercontinental.
 
O resultado daquele jogo memorável todos já estão carecas de saber: O tricolor, que tinha em seu elenco craques como Raí, Müller, Palinha, a muralha Zetti, além de ser comandado pelo saudoso mestre Telê Santana, deu um show de futebol para cima da equipe espanhola e conquistava, pela primeira vez, o mundo. 
 
E foi exatamente sobre isso que Guardiola resolveu comentar. Segundo o treinador do Bayern, "o São Paulo foi infinitamente superior a nós, tinha uma equipe fantástica, com Raí, Cerezo, Müller e não tínhamos condições de superar. Foi um time que dominou o futebol sul-americano por alguns anos".
 
É muito raro tamanha humildade e reconhecimento dentro de um esporte que atualmente é tão cheio de vaidades e cercado por diversos duelos de egos. Reconhecer a superioridade do São Paulo naquela época mágica e histórica para o futebol brasileiro faz de Guardiola um profissional ainda mais respeitado e admirado por torcedores do mundo todo. Um cara absolutamente diferenciado.
 
Dessa vez o encontro entre Guardiola e São Paulo Futebol Clube deve ter um desfecho bastante diferente. É a vez de Guardiola comemorar o tento.

A minha dúvida é: Será que jogadores importantes do atual elenco são-paulino terão a mesma humildade para reconhecer a indiscutível superioridade do Bayern de Munique caso o provável (vitória dos alemães) aconteça? Talvez.
 
Será que Juvenal Juvêncio, presidente do clube do Morumbi, mas que se acha o dono do mundo, reconhecerá a fraqueza de seu plantel e aplaudirá o esquadrão adversário? Duvido.
 
Boa sorte ao São Paulo (vai precisar de muita) e parabéns a Pep Guardiola.