quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Orgulho em "colorado"

O Inter não é apenas uma equipe forte, nem apenas um esquadrão bem montado...

Não é também somente um dos melhores clubes do Brasil, nem só um dos mais entrosados...

"O Inter é mais do que tudo isso".

O inter é sinônimo de garra, vontade, determinação...

O Inter tem espírito vencedor. E provou isso nos momentos mais difíceis.

O Inter é um exemplo de como reagir às adversidades. É exemplo de como ser um campeão de verdade...

Realmente o Internacional de Porto Alegre "é mais do que tudo isso..."

És o campeão da Libertadores da América de 2010.

Que o choro de Rafael Sóbis, que retornou ao seu time do coração e conquistou mais um título de ponta, fique gravado na memória do brasileiro amante do futebol.

E que a seriedade, a concentração e o espírito guerreiro dessa equipe sirva de exemplo a todas as outras equipes do País. Aliás, o que faltou de competência aos outros brasileiros nesta competição intercontinental, sobrou no Internacional.

Tenho certeza absoluta de que a América do Sul estará muito bem representada no Mundial da Fifa, que será realizado em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes, em dezembro.

Parabéns, Inter. O Brasil se orgulha de você.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

O Brasil em vermelho e branco

O troféu de campeão da Taça Libertadores da América será entregue hoje, ao Internacional de Porto Alegre, no estádio Beira-Rio.

Um resultado que não seja favorável à equipe gaúcha é praticamente impossível, já que os brasileiros venceram a primeira partida, no México, por 2 a 1, de virada. Aliás, que virada.

Méritos também não há o que questionar. O colorado tem um time que joga com concentração. A zaga funciona muito bem junto aos volantes. As laterais estão em sintonia e o meio de campo faz o papel de ligação ao poderoso ataque.

Se existe um ponto de dúvida nessa equipe, mas que nessas condições isso pouco vai pesar, ela está no banco de reservas. Chega a ser desnecessário ter que dizer que estou me referindo a Celso Roth.

Mas o título é certo. A torcida deve lotar o Beira-Rio dando mais brilho ao espetáculo que veremos dentro das quatro linhas. Enfim, O Brasil inteiro hoje, com exceção de uma pequena massa tricolor gaúcha, veste a camisa do Internacional. Mais uma vez o nosso país deve chegar forte, em dezembro, para tentar conquistar o mundo. E mais uma vez de forma digna, conquistando, "primeiro", a América...

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Rodada positiva para os cariocas

Os cariocas estão em alta, pelo menos por enquanto, neste Campeonato Brasileiro.

O Botafogo foi a Goiânia e bateu o Atlético-GO por 2 a 0. É a terceira vitória consecutiva da equipe comandada por Joel Santana que já soma 21 pontos e ocupa a quarta colocação na tabela.

Outro carioca que jogou fora de sua casa e se deu bem foi o Vasco. A equipe cruz-maltina, que ainda não sabe o que é perder desde o retorno da competição depois da Copa do Mundo, venceu o Grêmio Prudente e chegou a 20 pontos, ocupando a nona posição.

Também com os mesmos 20 pontos, mas à frente do Vasco por maior saldo de gols, está o Flamengo, que passou sobre o Ceará com um gol do salvador Petkovic. Aliás, o mengo quebrou um jejum de quatro jogos sem vitória e três sem sequer balançar as redes.

Já o Fluminense continua arrasador. Atropelou o "mistão" do Internacional (goleou por 3 a 0) e segue líder da competição. O tricolor carioca abriu quatro pontos de vantagem sobre o segundo colocado, o Corinthians, que perdeu para o Avaí. E não é que Muricy conseguiu instalar o seu "modelo" de futebol nesta equipe?

Mas ainda assim não creio que essa "alta" dos clubes do Rio de Janeiro possam se manter ao longo do campeonato. Até quando eles aguentarão o ritmo forte?

Com excessão do Fluminense, que montou um verdadeiro esquadrão e se alinhou num padrão de jogo estável, provavelmente não veremos mais nehuma equipe da cidade maravilhosa representando o Brasil na próxima Libertadores.

Cobrem-me no final da competição caso eu tenha errado...

sábado, 14 de agosto de 2010

Zetti, ex-goleiro, lança site

Um dos maiores goleiros do futebol brasileiro, Armelino Donizette Quagliato, mais conhecido como Zetti, lançou no dia 09 de agosto o seu próprio site: http://www.zetti1.com.br/.

O site traz vídeos, fotos, notícias e curiosidades sobre a carreira do ex-jogador que marcou história, principalmente para a torcida do São Paulo Futebol Clube, debaixo das traves.

Um detalhe bastante interessante neste site é a abertura: Um vídeo, com narração de Galvão Bueno, da final da primeira Libertadores da América que o Tricolor Paulista conquistou no ano de 1992 e que, por sinal, foi definido pela belíssima defesa de Zetti na cobrança de pênalti de Gamboa.

Além da página na Web, Zetti criou também um perfil no twitter, @zettioficial, para ficar mais próximo de seus fãs e divulgar seu site. (Clique na foto abaixo para entrar no site)

Conheça mais sobre o grande homem e atleta chamado Zetti:

A história de Zetti como jogador de futebol começou em 1983, quando foi para o Palmeiras. À época, a equipe palestrina tinha uma quantidade enorme de goleiros no elenco e assim Zetti foi transferido para o Toledo, do Paraná, onde realmente conseguiu fazer sua estreia como profissional.

Em 1984, voltou ao Palmeiras, mas, mais uma vez, não teve chance no time e acabou emprestado ao Londrina. Até que, em 1986 o goleiro retornou ao verdão, como terceiro goleiro, onde atuou por mais de um ano e meio como reserva até substituir Mastorelli, que havia sido expulso.

A confiança como titular da equipe alviverde veio com a chegada do saudoso e falecido Minuca. O técnico interino acreditou em seu potencial e o manteve na posição. O Palmeiras engrenou na competição paulista e Zetti construiu uma marca incrível. Ficou mais de 1238 minutos sem sofrer um gol sequer.

Mas foi no ano seguinte, em 1987, que Zetti encerrou definitivamente seu ciclo com o Palmeiras. Numa disputa de bola com o atacante Bebeto, do Flamengo, Zetti quebrou a perna e foi obrigado a ficar afastado dos gramados por mais de 8 meses. Quando voltou às atividades, seu posto havia sido tomado por Velloso e Zetti retornou ao banco de reservas do verdão.

Alguns grandes clubes, percebendo que seria um tremendo desperdício deixar um talento desses no banco, tentaram tirar Zetti do Palestra, mas o Palmeiras não o liberou. Aliás, o goleiro precisou comprar o próprio passe para, enfim, decidir qual seria seu futuro no esporte.

Teve uma passagem muito rápida pelo futebol europeu e logo acertou seu contrato com o São Paulo Futebol Clube, onde teve a melhor fase de sua carreira, conquistando títulos nacionais e internacionais de grande porte (Campeonato Brasileiro, 91; Bicampeonato Paulista, 91 e 92; Taça Libertadores da América, 92 e 93; e Bicampeonato Mundial, 92 e 93.

Mas, sem dúvida, um dos momentos mais inesquecíveis para Zetti foi a final da Libertadores de 92, contra o Newell’s Old Boys, da Argentina, quando praticou a defesa de um pênalti que deu a vitória ao São Paulo. Aliás, um título que até hoje causa inveja a torcedores de clubes rivais como o Corinthians, por exemplo.

A fase esplêndida levou o arqueiro à Seleção Brasileira, em 1993. Infelizmente, um episódio muito triste cercou Zetti durante uma partida válida pelas eliminatórias da Copa do Mundo. Antes da partida contra a Bolívia, em La Paz, ainda no Hotel, Zetti tomou um chá preparado com a folha de coca, o que é absolutamente natural no país. Por muito azar, após o jogo o goleiro foi sorteado para o exame anti-doping e o tal chá apareceu em sua urina.

A notícia surpreendeu a todos, inclusive ao próprio jogador que sempre foi conhecido como um "exemplo do esporte". Obviamente o arqueiro ficou chateado, principalmente porque a Fifa o suspendeu das atividades para investigar o caso. Poucos dias depois, sabendo da inocência de Zetti, a entidade o liberou para voltar a integrar a Seleção Brasileira.

Por falar em Seleção, Zetti foi o camisa 12, mas há quem diga que só não foi titular porque o técnico Carlos Alberto Parreira preferiu dar um voto de confiança a Taffarel, que vivia uma fase ruim na Itália. Segundo o que dizem, Parreira fez uma reunião com a comissão técnica e definiu de última hora que "Taffa" seria o número 1, pois ele (Parreira) procurava dar preferência a quem já tinha experiência em Copa do Mundo - Taffarel foi titular da seleção de Lazaroni, em 1990.

Além de Palmeiras e São Paulo, Zetti teve uma passagem por outro clube considerado "grande" da capital paulista: O Santos, no qual conquistou o Torneio Rio-São Paulo, em 97, e a Copa Conmebol, em 98. Passou também pelo Fluminense, União Barbarense e Sport, onde encerrou sua carreira vitoriosa depois de 18 anos na profissão de goleiro.

Mas a figura do ex-goleiro não poderia desaparecer assim do futebol. Pouco depois de se despedir dos gramados, pintou uma proposta do São Paulo para ser treinador da categoria de base. Com um trabalho bem feito na base são-paulina, o Paulista de Jundiái o convidou para ser o treinador da equipe que disputava o Campeonato Paulista. Zetti aceitou o convite e foi vice-campeão da competição.

Além de técnico, Zetti experimentou a sensação de comentarista esportivo na rádio CBN e no canal SporTV, que pertence às organizações Globo.

O ex-goleiro é pioneiro no que diz respeito à escola para goleiros. Em 2008 Zetti lançou a primeira academia do Brasil especializadas na preparação de goleiros: o Fechando o Gol


Enfim, como goleiro, como treinador ou como comentarista, onde Zetti atua seu trabalho aparece de forma competente e honesta. O bom caráter somado ao talento o tornou uma lenda "viva" do esporte mais querido do mundo.

Fotos: Site do Zetti


sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Cara de pau

"Galera, ontem foi o meu primeiro coletivo depois de uns três meses. Normal está acima do peso e pouca mobilidade. Mas uns 15 dias estarei bem".
Essas foram as palavras que Ronaldo postou há poucos minutos em seu twitter.

Chega a ser um absurdo saber que um jogador de futebol, que deveria ser um atleta, até pelo que ele represente dentro do esporte, está com uma barriga dessa.
E é por esse motivo que volto a dizer que nem todo jogador de futebol é um atleta.


Não seria esse o momento de parar por cima, enquanto ainda é respeitado no Mundo todo?

Foto: GloboEsporte.com

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Só Dunga não percebia...

Sim, ainda é muito cedo para qualquer tipo de comparação à última Seleção Brasileira que vimos jogar na Copa da África do Sul.

Sim, ontem foi uma situação completamente diferente, já que a partida não passou de um amistoso.

Sim, o Brasil enfrentou uma equipe mediana, os Estados Unidos, embora eles tenham entrado com quase o mesmo time que disputou o Mundial.

Mas não há como negar que Mano Menezes deu outra cara à seleção. Venceu por 2 a 0 com o quarteto "santástico" jogando o "fino da bola". Robinho, experiente, apenas comandou os estreantes Ganso, Neymar e André que, aliás, pouco sentiram o peso da camisa amarelinha. Pareciam até que estavam atuando pelo Santos, no qual arrebentam. Por sinal, foi da cabeça de Neymar que saiu o primeiro gol brasileiro.

Fora isso, os toques rápidos no meio de campo e a velocidade nas laterais deixaram o Brasil leve, diferentemente do que vimos há pouco mais de um mês.

Pato também foi bem e fez o segundo gol. André, Lucas e David Luiz também se destacaram. Já Hernanes, bom, esse dispensa comentários. É craque e fez muita falta na Copa do Mundo.

Foi apenas um amistoso e somente a estreia de alguns jogadores, mas já deu para perceber que pelo menos o novo comandante pensa em trazer de volta à seleção canarinho o futebol arte, bonito de se ver, envolvente, veloz, enfim, o futebol brasileiro que todos estão acostumados.

Parece que só o "anão" não enxergava isso.

FOTO: GloboEsporte.com

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Futebol digno

Vontade, empenho, determinação, coragem, raça, enfim. Esses foram alguns dos fatores que marcaram a vitória do São Paulo por 2 a 1, ontem, diante do forte Internacional no estádio do Morumbi, mas que não foram suficientes para classificar a equipe à final da Libertadores.

Peço licença aos internautas que acompanham o blog, mas essa será a primeira vez que "falarei" como torcedor neste espaço. Mas, claro, mesclado à coerência e sem nenhum tipo de fanatismo.

Não querendo de forma alguma desmerecer a equipe do Sul, que aliás merece todo nosso respeito, mas o São Paulo perdeu a classificação para o próprio São Paulo.

Dizem que em futebol no existe a palavra "se". E eu realmente concordo. Mas "se" a equipe de Ricardo Gomes tivesse entrado no Beira-Rio, há uma semana, jogando pelo menos metade do que vimos ontem, dificilmente qualquer time do Brasil tiraria a classificação do tricolor. E quando digo qualquer time, me refiro, inclusive, ao Santos (que tem no momento o futebol mais encantador).

Houve uma troca de vibrações entre equipe e torcida. Das arquibancadas, gritos ovacionavam os jogadores e, dentro de campo, os jogadores respondiam com raça e com um futebol de bom toque de bola, de toques curtos, com velocidade. A cada jogada interceptada pelos são-paulinos, um pedido dos atletas para a torcida explodir e apoiar. E, claro, todos os pedidos eram aceitos. O Morumbi estremecia.

Ao primeiro gol tricolor, calei-me por alguns segundos para observar a reação do público presente. "Me arrepia lembrar o quanto me arrepiei ".

De repente, gol do adversário, mas a torcida parecia não estar prestando atenção na partida. Os cantos não paravam. O Morumbi continuava balançar. Dentro de campo, os guerreiros vestidos de branco não se abalaram ao empate. Tanto que, minutos depois, Ricardo Oliveira, grande jogador, marca o segundo gol tricolor. Sim, explosão nas arquibancadas novamente.

Foi sem dúvida um São Paulo diferente, no qual eu ainda não tinha visto este ano. Infelizmente eles pecaram ao não levar tão a sério a primeira partida, no Sul, quando perderam por 1 a 0. Por isso o resultado de 2 a 1 não teve peso para a classificação, já que nesta competição leva-se em consideração o gol marcado fora de casa.

Assim que o árbitro encerrou a partida, os guerreiros da casa foram aplaudidos, merecidamente, pelos quase 60 mil torcedores presentes no estádio do Morumbi. Um momento que emocionou.

Não bastasse tudo isso, chego em casa, ligo a televisão e vejo imagens que do estádio sequer imaginei que pudesse ter acontecido: O choro do capitão Rogério Ceni, que com certeza ficará para a história. É, sem dúvida, um ato de amor ao clube que o paga, e peixão à camisa que veste.

Ao Inter, classificado sem emoção, restam meus parabéns pelo avanço à final...
Foto: SPFC.Net

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Mais uma da CBF...

Na manhã de ontem ouviu-se por aí que a tal "taça das bolinhas", que tanto causou polêmica meses atrás, havia sumido e que possivelmente teria ido para desmanche, como aconteceu com a Jules Rimet. Nem mesmo integrantes da CBF sabiam o paradeiro da cobiçada taça.

Foi quando a Caixa Econômica Federal se manifestou e garantiu que a taça está guardada a sete chaves, bem segura, longe dos olhos de cobra que a desejam como se fosse uma presa.

No blog do jornalista Juca Kfouri há um breve resumo do que ele pensa a respeito e que eu compartilho 100% da opinião. Tomei a liberdade de reproduzir o texto.

Veja abaixo:

CEF 10, CBF 0

Por Juca Kfouri


A Caixa Econômica Federal mandou dizer à CBF que a taça das bolinhas é dela, foi ela quem pagou e será ela quem a entregará a quem a entidade determinar.

Mas que, em hipótese alguma, mandará a taça para a sede da CBF, como queria o presidente da dita cuja.

Não satisfeita com a lambança que aprontou na eleição do Clube dos 13, quando foi humilhantemente derrotada, com a submissão que Dunga lhe impôs no Copa da África do Sul, e com o não de Muricy Ramalho, eis que a CBF toma outra pancada bem dada.

Azar dela.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Peixe conquista título inédito


Parabéns ao novo Campeão da Copa do Brasil, Santos Futebol Clube, que foi ao Barradão enfrentar o Vitória e mesmo perdendo por 2 a 1 levou o caneco para casa.

Título conquistado com todos os méritos por essa equipe que mantén viva a magia do futebol arte. Que essa equipe continue nos dando alegrias durante o Campeonato Brasileiro. E que o novo técnico da seleção canarinha, Mano Menezes, preste muita atenção nos novos craques que estão surgindo na Vila.

Agora quem dá a bola é o Santos. O Santos é o novo Campeão.
Dá-lhe Santos.

FOTO: GloboEsporte.com

O Brasil está garantido no Mundial de Clubes

A equipe do Chivas do México foi ao Chile e derrotou o Universidad por 2 a 0, dentro do Estádio Nacional de Santiago, num jogo pra lá de eletrizante.

Surpreendeu a todos, já que na primeira partida, que aconteceu na casa dos mexicanos, o Universidad do Chile arrancou um importante empate (1 a 1), e levava pinta de que passaria com tranquilidade sobre o Chivas.

E como o Chivas é apenas convidado da Confederação Sul-Americana de Futebol, mesmo que vença a final da Libertadores não representará a América do Sul no Mundial de Clubes da FIFA, por ser uma equipe norte-americana. O que garante a presença de um brasileiro no Mundial, no final do ano em Dubai. É obvio que tal regulamento é absurdo, mas não entrarei nessa polêmica.

O fato é que São Paulo ou Internacional, que disputarão amanhã uma vaga na final no torneio Intercontinental, estão muito próximos de repetir o vexame de 2000, quando o convidado Corinthians venceu o primeiro Mundial da FIFA sem ao menos conquistar a Libertadores.

Muitos corintianos, os mais coerentes e menos fanáticos, têm vergonha absoluta em dizer que seu time é Campeão Mundial. É, de fato, inaceitável que uma equipe represente um continente sem tê-lo conquistado.

O que dirá o torcedor do Inter ou do São Paulo caso seu clube conquiste o Mundial nessas condições? Abrirá mão da "tiração" de sarro ao rival Corinthians, legitimando seu título de 2000 para comemorar, mesmo que moralmente irregular, a conquista do seu clube ou terá a hombridade e a personalidade de ignorar o caneco?

Eu, como são-paulino incontestável, digo de antemão que sentirei vergonha caso isso aconteça. Se bem que acho quase impossível que isso se concretize, pois primeiro o São Paulo teria que avançar à final do torneio, mas para isso terá pela frente um Internacional forte, arrumado, entrosado e motivado.